segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Profissões do Futuro: 10 Novidades e o que Estudar para Elas

Pensando nas novidades em tecnologia na educação nós do ExamTime queremos mostrar para vocês como aproveitar melhor as ferramentas de estudo online que temos para oferecer e falar um pouco sobre as tendências no universo de profissões nos próximos anos e como estudar para elas.
Pesquisas recentes indicam que 65% dos alunos acabarão em empregos que ainda não foram inventados, esses são as Profissões do Futuro.
Prova disso é que muitas das ofertas de emprego atuais não existiam 10 anos atrás. Alguns exemplos são os especialistas em SEO e Conteúdo, Desenvolvedor de Aplicativo, Especialista em Sustentabilidade e Gerente de Comunidade.
Esse é um fato que achamos bastante chocante. Então decidimos investigar mais a fundo o que será, de acordo com as evidências que temos hoje, as profissões do Futuro. Confira a seguir algumas dessas profissões  e como podemos nos preparar para elas.

As 10 Profissões do Futuro e o que Estudar

Alguns dos nomes podem parecer estranhos, mas não se preocupem! Algumas dessas profissões ainda não existem e por isso as vezes fica difícil achar um nome para elas, outras existem em inglês e tentamos traduzir da melhor maneira.

1. Desorganizador Corporativo

Muitas grandes empresas estão sendo ultrapassadas por pequenas empresas recém abertas (start-ups) e cheias de novas ideias, sem estruturas hierárquicas, permitindo-lhes adaptar-se e mudar rapidamente. Para superar esse obstáculo podemos encontrar cada vez mais a figura do desorganizador corporativo, ou seja, um especialista para implementar um “caos organizado” nas grandes corporações para incentivar a cultura de mudança dentro delas.
O que estudar: Estudos relacionados à Administração de Empresas. Fique atento para todas as novidades e tendências no mundo dos negócios. A experiência em empreendedorismo e o trabalho em start-ups são essenciais.

2. Especulador de Moedas Virtuais

Algumas moedas virtuais estão ganhando credibilidade entre aqueles que desconfiam que moedas virtuais são parte da causa de inúmeras crises econômicas. Isso está criando uma grande oportunidade para novos investimentos. Um exemplo disto é Bitcoin moeda virtual.
Profissões do Futuro
O que estudar: Conhecimento e experiência dos mercados financeiros, bem como as novas tecnologias, moedas e métodos de pagamento online.

3.  Químico de Alimentos

Um químico de alimentos é um profissional encarregado de desenvolver e melhorar o sabor e a textura dos alimentos. Esta profissão pode sofrer um inesperado crescimento graças às novas impressoras 3D que pode imprimir alimentos.Profissões do Futuro
O que estudar: Conhecimento e experiência em química e cozinha. É essencial para manter a par das últimas tendências tecnológicas e de culinária.

4. Engenheiro de Migração Animal

A evolução do homem tem a sua contrapartida, em muitos casos, a destruição de habitats naturais. Mover os animais dos seus habitats para novos espaços pode salvá-los e este é o trabalho de um engenheiro de Migração Animal. Ou seja, descobrir quais as espécies que migram e para onde, fazer uma “migração assistida”, um esforço que requer um estudo mais profundo do que fez Noé com sua arca.
O que estudar: Engenharia do conhecimento e da biologia. Fique atento a todas as tendências e desenvolvimentos no setor.

5. Terapeuta de Desintoxicação Tecnológica

As tecnologias são viciantes. Quando saímos para tomar uma bebida com os amigos, muitos deles permanecem agarrados a seus celulares em um mundo virtual. Infelizmente, essa tendência está em ascensão devido à evolução tecnológica. Isto pode levar, em casos extremos, a uma terapia de desintoxicação tecnológica. Ou seja, um especialista em libertar as pessoas viciadas em seus dispositivos tecnológicos e ensiná-los a usar a tecnologia de maneira controlada.
Profissões do Futuro
O que estudar: O conhecimento da psicologia e ser especialista em novas tecnologias. Deve-se estudar o impacto da tecnologia em seres humanos.

6. Profissional em Hackschooling

Esta figura é de um Professor Moderno que incentiva seus alunos a explorar e experimentar as possibilidades do mundo e tecnologias em vez de seguir os caminhos tradicionais de educação. Hoje já existem algumas iniciativas que vão por este caminho, mas previsivelmente, no futuro haverá muitas mais escolas e instituições que exigem este tipo de profissional uma vez que, como já vimos ao longo deste artigo, a incerteza sobre o futuro é cada vez maior e educação tradicional não atende às demandas da sociedade do futuro.
O que estudar: Conhecimento de ensino e acima de tudo, saber todas as tendências e tecnologias educacionais.

7 . Conselheiro de Produtividade

Com a quantidade de ferramentas e tecnologias disponíveis para nós e a ênfase na melhoria do desempenho e da produtividade, executivos provavelmente precisarão de conselheiros de produtividade. Sua função principal é a gestão do tempo e monitoramento da produtividade dos vários processos que são realizados, além de analisar novos aplicativos e ferramentas que podem aumentar a produtividade .
O que estudar: Especialista em produtividade e gestão do tempo. É essencial ter paixão por novas tecnologias, se adaptar facilmente a elas e ficar a par das tendências do setor.

8. Conselheiro de Privacidade

Um dos desafios da Internet e do mundo global em que vivemos é a privacidade do usuário. Este tópico está nas manchetes recentes devido à vigilância de comunicação virtual feita pelo Governo dos Estados Unidos e os esforços do Google para proteger a privacidade de seus usuários. No entanto, no futuro, pode ser necessário este tipo de profissional para descobrir e proteger as vulnerabilidades que um indivíduo, empresa ou marca possa sofrer na rede.
Profissões do Futuro
O que estudar: Conhecimento de programação de computadores e mais uma vez, manter a par de todos os avanços tecnológicos .

9. Médico de Fetos

Medicina Fetal é um campo que está passando por fase inicial e muitos avanços nos Estados Unidos. De acordo com Lori Howeel, diretor executivo do Hospital Infantil da Filadélfia, “Nós estamos tentando curar a doença antes de e bebê nascer, antes de danos irreversíveis para o feto.” Previsivelmente, este será um dos grandes avanços na medicina, para que os médicos que se especializem em Fetos essa será uma das mais promissoras profissões do futuro.
O que estudar: Estudar medicina e se especializar em fetos. Neste caso, pouco mais pode ser feito a não ser que você tem a habilidade para se dedicar e muita vontade de estudar o assunto e se especializar constantemente.

10. Curador Pessoal de Conteúdo

A quantidade de conteúdo na rede aumenta diariamente. Como escolher o que focar, se você mal tem tempo para navegar na net? A equipe de curadoria do conteúdo deve recomendar certos aplicativos, hardwares, softwares e informações nos interesses e preferências . Nossa expectativa é de que não vai demorar muito a aparecer no mercado de trabalho pessoas que ajudem outras pessoas e empresas nesse sentido.
O que estudar: Ler, ler, ler e escrever. Fique atento para blogs e novos aplicativos e tendências . Ter um blog de preferência e ser ativo em redes sociais é uma referência.
Profissões do Futuro
Deixamos-lhe um resumo do post usando nossos Mapas Mentais. Use-o para saber  o que estudar para as profissões do futuro!
Profissões do Futuro
Como vimos, o denominador comum dos requisitos para se preparar para estas profissões encontra-se em novas tecnologias e fique atento para todos os avanços. Educação tornou-se um processo dinâmico, que é essencial para continuamente reciclado e estudo. Então anime-se, o futuro está em suas mãos!
Bons Estudos!

Fonte: EXAMTIME

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Movimento do Faça Você Mesmo Chega à Escola

Rodrigo Benoliel, 13, acha que quer ser engenheiro. Se assim for, quando prestar vestibular, daqui a quatro anos, ou entrar no mercado de trabalho, em quase uma década, já vai ter um portfólio recheado: robôs, modelos, circuitos e até uma maquete de casa sustentável premiada, com direito a sistemas de reaproveitamento de água e painéis solares. Seu amigo, Mário Grünbaum, 14, compartilha da experiência com as pequenas e grandes invenções e da dúvida – acha que pode fazer engenharia, se não decidir por medicina. Os garotos têm participado de aulas e oficinas de robótica desde o ano passado na escola onde estudam, o Liessin, no Rio de Janeiro.

Lá, quarta-feira é sagrado, é dia de laboratório. Dessas bancadas equipadas com furadeira, torno, fresa, peças automatizáveis de Lego e, em breve, uma impressora 3D, já saíram óculos para natação com dados sobre a performance do atleta, bengalas eletrônicas de baixo custo para cegos e todo o tipo de produto que os alunos resolvem criar a partir de seus próprios interesses. Quem comanda toda essa parafernalha – no bom sentido, claro – é Charles Lima, um típico Professor Pardal, que estudou ciência da computação e era responsável pelo laboratório de informática até entender que o futuro não estava ali. Fez o curso de engenharia mecânica e coordena, desde 2004, as aulas de robótica do colégio. “A escola virou um celeiro de ideias”, comemora ele, que tem visto os efeitos dos momentos de experimentação irem para muito além do laboratório.
crédito Gresei/ Fotolia.com
 
Bancadas como a de Lima e suas aulas de robótica se multiplicam pelo Brasil. Só para se ter uma ideia desse aumento, na OBR (Olimpíada Brasileira de Robótica), que envolve estudantes de todo o país, o número de inscritos passou de 5.000 na primeira edição, em 2007, para quase 50.000 neste ano. Esses números são um indício de que o chamado “Movimento Maker” ou “do Faça Você Mesmo”, que tem aparecido com força nos Estados Unidos e na Europa, já começa a dar as caras na educação brasileira. Pelo mundo, o movimento se organiza em torno de laboratórios dentro de universidades, em locais públicos ou privados chamados de fablabs, ou laboratórios de fabricação digital.

Fonte: PORVIR

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Como o Uruguai Pode Inspirar o Brasil


Com o objetivo claro de reduzir a desigualdade digital da população, o Uruguai foi o primeiro país da América Latina a entregar computadores portáteis para cada um dos 300 mil alunos de ensino fundamental e médio das 2,3 mil escolas públicas de seu território. Batizado de Plano Ceibal, a iniciativa surgiu em 2007, inspirada na proposta da ONG One Laptop per Child (Um Computador por Aluno), fundada pelo pesquisador do MITNicholas Negroponte. Todas as escolas têm conexão à internet , as máquinas são substituídas a cada quatro anos e o país vem aumentando a quantidade de centros comunitários de acesso ou wifi aberto.
Antes do Ceibal, somente 5% das famílias de baixa renda tinham acesso a computador e internet. Seis anos depois, esse índice subiu para 80%, praticamente o mesmo encontrado nas famílias mais ricas. Estudo das Nações Unidas aponta o vizinho sul-americano como o primeiro no rankingde inclusão digital e transparência governamental (a Lei de Acesso à Informação Pública foi promulgada em 2008). É também o mais bem posicionado do continente no Índice de Desenvolvimento de Tecnologias da Informação e Comunicação e o que oferece maior velocidade de banda larga por uma tarifa mais baixa.
crédito Miro Novak / Fotolia.comO que o Brasil pode aprender com o Urguai

Entre os dias 17 e 19 de outubro de 2013, o Ministério da Educação uruguaio realizou em Montevidéu a segunda edição do Expo Aprende Ceibal, um encontro para compartilhar experiências educativas e debater os principais temas que desafiam o trabalho pedagógico com tecnologias digitais. Convidada como especialista em educação e cultura digital, já conhecia bem a iniciativa, mas mesmo assim me surpreendi com a qualidade do envolvimento de professores e alunos ali presentes, que não vieram só para ouvir, mas principalmente, para apresentar suas práticas e debater sobre elas.


Fonte: PORVIR

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Rede Social Para Professor Compartilhar Conhecimento

Polinizar é o ato de transferir os pólens de uma flor para outra, fazendo com que elas se reproduzam e se multipliquem. É isso que a Polinize, plataforma que funciona como uma rede social, quer fazer com a educação, conectando estudantes, professores, artigos científicos e de opinião, cursos gratuitos e fóruns de debates num só espaço. No ar desde outubro, a rede já conta com mais de 5.000 usuários e 12 cursos disponíveis.
Um dos maiores cuidados tomados no desenvolvimento da plataforma, segundo Pedro Teberga, um dos fundadores do site, foi justamente o de facilitar a vida dos educadores que querem usar a rede. “Eles não são obrigados a entender e gostar de tecnologia. Tem muito professor com textos bons, materiais opinativos, pesquisas e que não sabe o que fazer com eles, não dominam a estrutura dos blogs ou não usam Facebook”, diz Teberga.
crédito Wong Sze Fei / Fotolia.com
Na Polinize, professores podem criar cursos gratuitos e disponibilizar materiais de apoio e artigos de pesquisa







Na plataforma, todos os perfis dos usuários – sejam professores ou estudantes – possuem uma aba chamada Conteúdo, que funciona como uma espécie de blog simplificado. Nela, os professores podem adicionar seus textos e artigos opinativos, além de arquivos em PDF com pesquisas mais aprofundadas, como artigos científicos, dissertações e teses. “As páginas dos professores nas universidades, em escolas, são quase sempre uma bagunça, cada uma num formato, difícil de entender, coisa da ‘idade da pedra’ mesmo. A ideia é facilitar o uso para todo mundo”,  diz Leonardo Avelino, responsável pela engenharia da plataforma.
Além desse espaço para a distribuição de conteúdo, os professores que desejam mostrar ainda mais o seu trabalho, podem criar seus próprios cursos, de maneira bem prática. Ao se cadastrar, basta acessar o link Meus Cursos – clicando no chapéu de formatura na parte superior da tela –,  ir até a aba Ensinando, selecionar a opção Criar um Curso e acrescentar as informações como o Nome, a Descrição e as Seções em que ele será dividido. Esse material pode ser disponibilizado por meio de vídeos, slides de power point, arquivos de áudio ou qualquer outra plataforma que o professor se sinta mais seguro.
Ainda em fase de desenvolvimento está também uma ferramenta que vai possibilitar que professores criem cursos pagos na plataforma, desde que tenham publicado, em contrapartida, um gratuito. “Pensamos nisso para que as pessoas possam ter um primeiro contato com o trabalho do educador, saber se ele é bom, se tem uma boa didática e optar por pagar um curso com ele. E, claro, também porque a ideia não é só ganhar dinheiro com a plataforma, mas ajudar os outros também, compartilhar conhecimento. É esse o conceito de polinizar”, explica Teberga.
Segundo ele, esses cursos poderão passar pela avalição dos próprios usuários – selecionados de acordo com interesse ou proximidade com o tema. Se o professor cria, por exemplo, um curso sobre literatura, o site vai buscar outros usuários que já assistiram ou buscaram por temas relacionados a esse para avaliar e dizer se o material tem qualidade suficiente para ser veiculado. Para isso, será necessário desenvolver algoritmos que saibam identificar essas características, de proximidade e interesse, por exemplo.
Algoritmos que, no futuro, podem ser ainda mais poderosos. Segundo Teberga, quando a plataforma tiver um número grande de pessoas, será possível ter uma tecnologia capaz de entender o que o usuário deseja aprender, com qual tipo de professor ele se identifica e como ele gosta de estudar, a partir daquilo que o sistema entende como necessidades individuais do usuário, nos modelos de plataforma adaptativa que conhecemos.
“Podemos pensar nisso como um subproduto. Quando a gente alcançar uma massa crítica grande, dá para ter uma base de dados que diga, por exemplo, que os alunos de Porto Alegre, do segundo grau, aprendem melhor matemática por meio de textos do que arquivos de áudio. Lá na frente, isso pode ser uma coisa muito poderosa para ajudar muita gente, não só estudantes, mas professores, gestores e até a política pública”, afirma Franquela.
Fonte: PORVIR

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Curso Gratuito em Técnicas de Comunicação para Professores


FGV promove Curso gratuito em Técnicas de Comunicação para Professores (TCP). 


O curso contará com a presença do professor Ney Pereira e será ministrado das 9 às 17h do próximo sábado, 9 de novembro, no Auditório 1027 da sede da FGV no Rio de Janeiro, Praia de Botafogo 190.




Faça aqui sua inscrição: http://bit.ly/1ecmc2K



Confira o vídeo no Canal Youtube Oficial FGV:









PROGRAMA ANUAL DE BOLSAS DE ESTUDOS DE MESTRADO E DOUTORADO PARA PROFESSORES REGENTES



PROGRAMA ANUAL DE BOLSAS DE ESTUDOS DE MESTRADO E DOUTORADO PARA PROFESSORES REGENTES DA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO


Instituído, no âmbito da Secretaria Municipal de Educação, pelo Decreto nº 35674, de 30 de maio de 2012, o Programa Anual de Bolsas de Estudos de Mestrado e Doutorado tem por objetivo reafirmar a política de valorização dos professores da Rede Pública Municipal de Ensino da Cidade do Rio de Janeiro. 


As Bolsas de Estudos, com duração de um ano, oferecidas por este Programa, destinam-se aos professores regentes inscritos em Programas de Pós-Graduação, em nível de Mestrado ou Doutorado, devidamente reconhecido pelo Ministério da Educação. Este programa é um incentivo ao desenvolvimento de projetos de pesquisas que visem a melhoria das práticas educacionais nas Unidades Escolares da Rede Pública Municipal de Ensino.



Confira o REGULAMENTO





Confira 4 Dicas Para Melhorar a Produtividade no Seu Tablet


Os Tablets estão cavando um espaço importante no mercado de tecnologia e chegam a ser apontados como um dos motivos do declínio da venda de PCs. Para quem quer ver um filme, ouvir música ou jogar algum game leve, eles talvez sejam uma escolha mais confortável; contudo, eles ainda ficam bem abaixo do bom e velho desktop ou um laptop quando o assunto é produtividade.

As dicas abaixo, boladas pelo Mashable, são para aqueles que gostariam de transformar o seu tablet em uma alternativa viável para o trabalho. 

Ausência de jogos
A primeira coisa que você deve fazer para transformar seu Tablet em uma máquina de trabalho é afastar as tentações que um dispositivo, que naturalmente é usado para entretenimento, pode oferecer. Em seguida, é hora de procurar os aplicativos certos para trabalhar.

O app Parallels Access ou o iTeleport, ambos exclusivos para iOS (e pagos), são uma boa alternativa, que permite a execução de programas do seu computador pelo Tablet, o que também possibilita a edição de documentos de forma remota. Outros apps bacanas para o trabalho são o Dropbox, o Google Drive e o Trello, para organização.

Organização da página inicial
Ok, você pode ter jogos no seu Tablet, desde que saiba que o lugar correto para eles é longe dos seus olhos. Reserve o espaço da tela inicial do seu dispositivo para os apps de produtividade e coloque o Angry Birds lá no fundo.

Teclado
É praticamente impossível ser produtivo em um Tablet se você usa apenas o teclado embutido na tela do aparelho. Há alternativas mais inteligentes. Uma das mais interessantes é o TouchFire, que aproveita a tela do iPad para criar "teclas físicas", como visto no vídeo abaixo. Ele custa cerca de US$ 50 nos EUA.


Se você precisa de mais espaço na tela, no entanto, a solução é um teclado externo tradicional. O Surface, por exemplo, oferece as Touch Covers, alternativa inteligente que une a funcionalidade de capa e teclado. Outros teclados e Bluetooth também podem resolver o problema para Androids e iPads.

Segundo monitor
Usar o Tablet para trabalho não significa necessariamente utilizá-lo apenas quando você está em deslocamento. Ele também pode ser usado como um segundo monitor, expandindo a tela do seu computador, ou como uma tela adicional, rodando apps como o Hootsuite ou algum outro que você use no cotidiano de trabalho, desafogando seu computador.

Alguns aplicativos ajudam a usar o seu tablet como uma extensão da tela, como o AirDisplay, iDisplay, REDFLY ScreenSlider, MaxiVista, Splashtop XDisplay. Todos são pagos.

Via Mashable 


Fonte: Olhar Digital

CONECTA 2013



A edição do Conecta 2013 terá uma programação direcionada para o tema Games. A escolha foi baseada na pesquisa As perspectivas tecnológicas para o ensino fundamental e médio brasileiro de 2012 a 2017: uma análise regional do NMC Horizon Project, desenvolvida de forma colaborativa pelo Sistema Firjan e o New Media Consortium – comunidade internacional especializada em tecnologias educacionais. O objetivo do estudo é realizar um panorama tecnológico para a adoção regional de novas tecnologias educacionais.
O relatório apontou as tendências tecnológicas que terão impacto na educação do Brasil nos próximos cinco anos, e os Games foram identificados como tecnologias emergentes nesta prospecção local. Partindo deste resultado, o Conecta 2013 tem uma vasta programação com abordagens variadas sobre Games, para ampliar o debate sobre o tema e os desafios para a sua aplicação no ambiente do aprendizado.
O uso dos Games no ambiente escolar vem sendo cada vez mais assimilado pelos educadores em todo o mundo. Além das várias habilidades decorrentes do uso de games no cotidiano – como o planejamento, o raciocínio lógico e a autonomia -, são desenvolvidos novos modelos de aprendizagem baseados nos games educacionais, que estimulam o engajamento dos alunos nas aulas, adequadas à linguagem 2.0, e a colaboração online.
Confira a programação.

Local: Centro de Convenções Sulamérica
Endereço: Av: Paulo de Frontin, 1 – Cidade Nova – Centro


Fonte: CONECTA 

MOOC - NCE - JOGAVOX



O sistema denominado Jogavox é uma ferramenta de criação interativa de jogos acessíveis a deficientes visuais, que permite que um professor com pouco treinamento em computação possa criar jogos de grande interesse.




Conheça o Massive Open Online Course - NCE no link abaixo:








EDITAL PARA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA (TUTOR DE TURMA EAD)



O Instituto Brasileiro de Administração Municipal - IBAM, associação civil sem fins lucrativos dedicada ao apoio à gestão pública municipal, inscrita no CNPJ-MF sob o nº 33.645.482/0001-96, sediada no Rio de Janeiro, em 2012 firmou o Convênio nº 773967/2012 com a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM-PR), cujo objeto é o apoio a organismos de promoção de direitos e de políticas para as mulheres. 

No âmbito do referido convênio, o IBAM torna pública a Cotação Prévia de Preços para contratação de serviços de consultoria ao Programa de Capacitação a Distância em Democracia e Gênero, de acordo com o que dispõe este Edital. 

A presente Cotação Prévia de Preço será regida pelo Decreto nº. 6.170, de 25 de julho de 2007, pela Portaria Interministerial nº. 507, de 24 de novembro de 2011 e suas alterações. 


Para maiores informações clique aqui